História de amor, cinema e disco: a programação da Nuit Blanche 2026 em Villejuif

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Por Cécile de Sortiraparis · Fotos de Cécile de Sortiraparis · Actualizado em 15 de maio de 2026 às 18h46
Durante esta Nuit Blanche, neste sábado, 6 de junho de 2026, afastamo-nos um pouco de Paris para aproveitar as animações e instalações originais organizadas em Villejuif, no Val-de-Marne (94).

Desde 2002, a Nuit Blanche incendeia Paris: todos os anos, durante uma noite memorável e única, a capital transforma-se num gigantesco museu ao ar livre. Performances, instalações, exposições, concertos, espectáculos, acontecimentos lúdicos ou insólitos:a arte contemporânea, em todas as suas formas, tem lugar de destaque durante a noite.

Próxima edição desta Nuit Blanche está prevista para o sábado 6 de junho de 2026. Mais uma vez, pode-se esperar encontros artísticos excepcionais e acontecimentos inesperados. Embora Paris concentre a maior parte do festival, a arte não se limita à Cidade-Luz.

Neste 6 de junho, seguimos rumo a Villejuif (linha 7 do metrô) para desfrutar de animações artísticas contemporâneas, novas e fascinantes.

Durante todo o ano, esta cidade do Val-de-Marne é animada por eventos desportivos e culturais, destinados a jovens e adultos. A cidade conta com dois conservatórios, um teatro e um centro cultural aberto a todos. Durante esta Nuit Blanche, Villejuif surpreende-nos com um programa muito inesperado...

Na programação da Nuit Blanche 2026 em Villejuif:

Escola Municipal de Belas Artes

  • Imersão no universo de Claude Lelouch
    Sábado, 6 de junho de 2026, das 16h00 às 01h00

    À porta da entrada dos Beaux-Arts, a icônica Ford Mustang 184, protagonista do filme Um Homem e uma Mulher, recebe os visitantes: símbolo da filosofia do cineasta, a velocidade como linguagem do desejo, o movimento como única forma de amar.
    O motor e o Amor
    O cinema de Claude Lelouch se define pela paixão, pela sinceridade, pela ousadia — histórias de amor deslumbrantes, uma visão romântica da existência, a beleza às vezes cruel dos azares e coincidências.
    O que liga todos esses filmes é uma convicção íntima: o amor só se encontra em movimento. Jamais parado. O amor é a recompensa para quem ousa acelerar — de carro, em fuga, na dança, na música. Seus personagens são sempre seres em movimento. Nem herói nem vilão absoluto, ele gosta do cotidiano. O motor não é fim em si mesmo: é a coragem de buscar o outro. Porque parar, para Lelouch, é quase morrer. E amar é, antes de tudo, ousar acelerar em direção ao outro.*
    Quando se é um homem de ação como eu, a gente vai em frente. Olha para o retrovisor, mas nem tanto. Claude Lelouch,
    Essa ideia de acelerar desembocará no filme Um Homem e uma Mulher. Na criação deste sétimo longa-metragem, Claude Lelouch, desesperado depois de várias tentativas fracassadas no cinema, parte de Paris à noite de carro. O caminho o leva a Deauville. Ao amanhecer, vê uma mulher caminhando na praia com seu filho, um carro se aproxima dela… a ideia de roteiro surge.
    Foi um encontro (1976) — A filosofia em seu estado puro
    Nove minutos. Um único plano-sequência. Paris ainda adormecida na manhã de 15 de agosto de 1976. Um carro atravessa a cidade a uma velocidade alucinante — faróis vermelhos ignorados, sentidos contrários desrespeitados, pombos levantando voo como se fosse catástrofe na Place du Tertre. E ao fim da viagem, na colina de Montmartre: o encontro com uma mulher.
    Esse curta pode ser a obra em que a filosofia de Lelouch se revela em sua forma mais límpida. Sem diálogos. Sem narrativa. Apenas um motor que ruge, uma cidade atravessada como uma declaração de amor, a certeza de que alguém espera por você. Sem truques — é preciso chegar a tempo com os 300 metros de filmagem disponíveis. O filme é uma equação em imagens: o motor pulsa, a ação prova, o amor recompensa.
    O amor que enlouquece, mesmo que contrarie o código de trânsito. Quem tem pressa de amar não está sujeito a acidentes. Claude Lelouch, sobre C'était un rendez-vous
    Le Boléro — Les Uns et les Autres (1981) — A síntese absoluta
    Em Les Uns et les Autres, Lelouch registra quatro famílias — russa, francesa, alemã, americana — em três gerações, desde o interlúdio entre as guerras até os anos 1980. Todas unidas por um fio condutor único: o amor pela música e pela dança.
    O filme inteiro existe apenas para tornar possível a sua cena final: dezenove minutos do Boléro de Ravel, coreografados por Maurice Béjart, dançados por Jorge Donn no frontão do Trocadéro diante de duas mil pessoas. Uma melodia única, repetida ao infinito, que sobe inexoravelmente — como se houvesse apenas uma história humana, reencenada de geração em geração com a mesma urgência de amor.
    Eu ouvi meu filme antes de vê-lo, e percebi a importância do Boléro. Ele iria estar no coração do dispositivo, pois é o coração da humanidade que bate no filme. Claude Lelouch,
    Jorge Donn não era um grande técnico de dança. Mas tinha algo ainda melhor: uma presença absoluta, uma autenticidade que atravessava a tela. Exatamente o «mote de verdade» que Lelouch persegue desde sempre.
    O Boléro apresentado é uma segunda montagem de Claude Lelouch para o cinema-teatro sinfônico que ocorreu no Palais des Congrès para os seus 60 anos de carreira, em novembro de 2022..
    Instalação — A Sinceridade dos Olhares
    O último espaço desta imersão é dedicado aos olhares. Este dispositivo foi concebido e realizado com o apoio dos aprendizes dos ateliês de cinema de Claude Lelouch.
    Em várias telas simultâneas, trechos da obra de Lelouch capturam aqueles segundos em que um ator deixa de atuar e comunica algo verdadeiro. É isso, o «mote de verdade»: aquele momento inatingível em que a fronteira entre ficção e vida desaparece.
    Para obter esses lampejos de autenticidade, Lelouch utiliza métodos quase clandestinos: entregar o texto aos atores pela manhã para que o preparem à tarde, filmar sem aviso, rodar em uma única tomada em locais reais. A surpresa cria a verdade. O movimento liberta a emoção.
    Há uma frequência de rádio entre as pessoas que se amam. Meu papel é conectar minha câmera a essa frequência. Claude Lelouch,
    Tela interativa — trailers — 60 anos de amor pelo cinema, 51 filmes!
    Os trailers são filmes em si mesmos no cinema de Claude Lelouch. Cada um pode escolher o trailer ou os trailers que prefere ver. Cada filme representa um amor particular
    O Amor como destino
    Lelouch costumava dizer que a vida é o maior roteirista. Que seus oito bilhões de habitantes produzem oito bilhões de cenários distintos. Mas, no fundo, para ele, todos esses cenários contam a mesma história: alguém que avança em direção a outra pessoa, com toda a sua energia, toda a sua velocidade, todo o seu amor.
    O motor pulsa. A ação se mostra. a música arrasta. O olhar revela. E agora, graças à masterclass, você sabe por dentro: o amor na tela não é uma ilusão do cinema. É a vida capturada no voo, por alguém que decidiu, há mais de sessenta anos, não parar de correr atrás dele.
    No fim de todo esse movimento — ao fim da estrada noturna em Um Homem e uma Mulher, ao fim da travessia de Paris em C'était un rendez-vous, ao fim dos dezenove minutos do Boléro, ao fim da sua própria cena improvisada com ele — sempre há alguém esperando. Eis o cinema de Claude Lelouch. Um encontro. E esse encontro, hoje, é com você.
    Três segundos de felicidade podem justificar sessenta anos de aborrecimentos. Claude Lelouch,



  • Masterclass e cenas improvisadas de Claude Lelouch
    Sábado, 6 de junho de 2026, das 17h00 às 18h30

    Um diálogo sem rede
    Claude Lelouch vai conduzir uma masterclass excepcional, acompanhado por Jean Ollé-Laprune e Yves Allion, coautores do livro Le Cinéma, c’est mieux que la vie. No espírito próprio do seu cinema — sem roteiro preparado, sem fórmulas definidas —, ele revela o seu método, a relação com os atores, a gestação dos filmes, o papel fundamental da música e a busca constante pelo “perfume da verdade”.
    Há algo que ninguém mais consegue fazer. É Claude Lelouch explicando, ao vivo, como ele cria o amor na tela. Por que ele filma ele próprio. Por que às vezes entrega um texto diferente a cada ator. Por que escolhe a música antes de saber o que vai filmar.
    No âmbito desta noite em branco, Claude Lelouch vai apresentar uma masterclass excepcional, acompanhado de Jean Ollé-Laprune e Yves Allion, coautores do livro Le Cinéma, c’est mieux que la vie — para uma conversa aberta, pulsante, no próprio espírito dele: sem rede, sem roteiro preparado, com a sala como parceira. Porque só Lelouch consegue fazer Lelouch.
    Só as pessoas que agem são reais. Claude Lelouch,
    Nada está escrito de antemão
    No coração da masterclass, Lelouch enfatiza sua convicção mais profunda: na vida, como no cinema, nada está escrito de antemão. Nunca sabemos como acaba. O roteiro não é um mapa — é, no máximo, um ponto de partida. O que importa é o que acontece pelo caminho: o ator que entrega uma fala torta e revela algo mais verdadeiro do que o texto previsto, a luz que muda no último momento, o transeunte que entra na cena sem ter sido convidado.
    Esses acidentes, esses desregramentos do real — Lelouch não os combate. Ele os espera. Ele os deseja. Encarra-os como presentes.
    O acaso é Deus viajando incognito. Claude Lelouch,
    Essa frase resume tudo. O acaso, para Lelouch, não é ameaça ao enredo — é a sua oportunidade mais preciosa. O acaso é a vida que se insinua durante as filmagens.
    Ele chama esses instantes de “milagres”. Não no sentido religioso, mas no sentido cinematográfico e humano: esses segundos em que algo acontece diante da câmera que jamais deveria ter acontecido, que não se repetirá, e que contém por si só mais verdade do que horas de preparação. Um olhar que treme. Um sorriso que vacila. Um silêncio que diz tudo. São esses milagres que Lelouch passa a vida inteira a perseguir — a câmera aos ombros, o olhar sempre aberto, pronto para captar o imprevisível.
    Amo milagres. Já vivenciei alguns. E, na maioria das vezes, eu nem sabia que estava vivendo um enquanto aquilo acontecia. Claude Lelouch,
    É por isso que sua masterclass não vai parecer igual a nenhuma outra. Ele não virá com respostas prontas nem fórmulas definitivas. Vira com a curiosidade, com a atenção e com essa disposição interior que tem desde sempre: estar aberto para que algo inesperado aconteça. Inclusive nesta sala. Inclusive com você. Cada um chega com seus sentimentos e humor do dia..
    Criar juntos e em direto: cenas improvisadas
    A masterclass acontece em duas etapas. Numa primeira fase, Lelouch comenta suas figuras livres — momentos em que abandona o roteiro porque a vida lhe oferece algo mais bonito do que pensou.
    Numa segunda fase, ele convida o público e convidados-surpresa a entrar na dança. Com voluntários escolhidos entre os presentes, ele improvisa pequenas cenas de amor segundo a sua método: sem texto decorado, sem ensaio, sem encenação prévia. Um esboço, uma emoção a alcançar, e a câmera a girar. O acaso faz o resto. O Milagre, talvez, acontecerá.
    Trato os meus atores como a vida me trata: com surpresas, informações incompletas, e a certeza de que o essencial acontece no momento. Claude Lelouch,
    Uma archive viva
    Essas cenas improvisadas serão filmadas. Algumas, se contiverem esse perfume de verdade que Lelouch reconhece à primeira vista, podem integrar a archive viva da exposição. O público não será apenas espectador — por uma noite inteira, tornará-se ator de uma história de amor ao estilo Lelouch. Uma história cuja final ninguém, nem mesmo ele, conhece de antemão.
    A totalidade da masterclass será transmitida ao vivo na plataforma YouTube da cidade e gravada para retransmissão na escola ao longo de toda a noite.
    Uma sessão de autógrafos
    Ao final da experiência interativa, será organizada pela livraria Points Communs uma sessão de autógrafos com Claude Lelouch, Jean Ollé-Laprune e Yves Allion para o livro Le Cinéma c’est mieux que la vie.



  • Na descoberta do 35 mm - em homenagem a Claude Lelouch
    Sábado, 6 de junho de 2026, das 21h00 às 01h00

    Foi marcado um encontro com os 300 metros de filme remanescentes do filme Si c’était à refaire (1976). 300 metros, ou seja, pouco mais de 10 minutos de película!
    A exposição em homenagem a Um homem e uma mulher apresenta uma cópia original do filme. Imagens de 3,5 cm se tornam, na projeção, imagens de 10 m... isso faz parte da magia do cinema!
    Num aceno a essa técnica que desapareceu com o digital, porém que compõe a maioria dos filmes de Claude Lelouch, a Escola Municipal de Belas Artes oferece um ateliê que permite iniciar-se no corte e colagem da película no formato 35 mm.
    Aqui, a Escola convida cada um a apreender a materialidade do filme com a ferramenta da cola 35 mm. Cabe a você compor e criar aquilo que era a alma do cinema, isto é, a imagem em movimento! No final, antes de partir com a sua criação, seja gentil e rebobine!



Maison pour tous Jules Valles

  • Histórias de amor na Micro-Folie
    Sábado, 6 de junho de 2026, das 20h00 às 23h30.

    Micro-Folie La Villette Villejuif ; Crédits : La Villette Exposição o Amor em todas as formas
    A Micro-Folie de Villejuif, especialmente vestida com criações desenvolvidas em oficinas participativas no fablab junto da comunidade de Villejuif, acolhe você nesta edição da Nuit Blanche dedicada ao amor. Uma exposição do museu digital sobre o tema do amor
    Obras provenientes das coleções do museu da Micro-Folie serão apresentadas ao longo de toda a noite. Um Atelier Mail art: Escrever o amor, apresentado por Diane Lombardo
    Crie seu próprio envelope ou carta de amor com o auxílio de tintas, suporte para pena e muitos elementos decorativos; você poderá escrever, ilustrar e personalizar de forma criativa a sua mensagem, dirigida ao destinatário de sua escolha
    Os envelopes e cartas produzidos poderão ser expostos ao redor do Banco do Amor durante a Nuit Blanche, antes de serem recolhidos pelos autores na semana seguinte.



  • Histórias de amor
    Sábado, 6 de junho de 2026, das 20h00 às 23h30.

    O Baile Utópico da La Presque Compagnie
    LA PRESQUE COMPAGNIE convida você a assumir a pista numa noite compartilhada, apaixonante, desinibida, intergeracional, maluca e, claro, utópica!
    Entre standards indispensáveis, música electro mais etérea, coreografias coletivas ou solo, a noite concebida por Charlotte Rousseau é comandada por 1 DJ e 2 dançarinas performáticas. Le bal utopique ; Crédits : Le bal utopique Le Pocket Club
    Viva uma experiência única e totalmente original com uma imersão total na mini-discoteca, onde você escolherá as décadas musicais nas quais quer dançar. Graças à sua selfie box, você guardarás uma lembrança inesquecível deste momento festivo e excêntrico. pocket club ; Crédits : pocketclub « Parlez-moi d’amour » - Espetáculo de improvisação pela companhia Cadavres exquis
    Ao mesmo tempo duelo e apresentação, os dois comediantes Véronic Joly & Olivier Descargues brincam com a linguagem e as situações deste tema central da literatura, do teatro, da poesia e da canção. Espetáculo participativo e para todos os públicos, «Parlez-moi d’amour» pretende ser lúdico, divertido e virtuoso. parlez-moi d'amour ; Crédits : cadavre exquis Le banc de l’amour – por Diane Lombardo da associação Artémmis
    Realizado durante ateliers com os habitantes, ele é construído principalmente a partir de objetos e materiais de recuperação, transformados coletivamente. Esta instalação poética celebra o Amor em todas as suas formas.
    O Banc de l’Amour convida você a tomar assento, em casal, em família ou entre amigos, e a imortalizar o momento com o dispositivo fotográfico à sua disposição.
    Você também poderá participar da obra pendurando nos galhos pequenos pergaminhos com suas palavras doces, apelidos carinhosos ou mensagens, bem como pequenos cadeados. Le banc de l'amour ; Crédits : Diane Lombardo « Le Balcon »
    Ao estilo de « cenas de varanda » como em Romeu e Julieta ou Cyrano de Bergerac, descubra este dispositivo que convida a declamar.« A declaração » e « Aparições/Desaparições » pela Les souffleurs commandos poétiques
    Na tentativa de desacelerar o mundo, « A Declaração » é uma exposição de 50 poemas de amor em painéis pretos e brancos literalmente cravados, cultivados no jardim da MPT Jules Vallès.
    E
    « Aparições/Desaparições », são segredos poéticos, filosóficos e literários em todas as línguas do mundo, sussurrados aos ouvidos dos transeuntes com bengalas ocas (os Rossignols) por 5 atores. Les Souffleurs commandos poétiques ; Crédits : Jaïpur Quennefer para LesSouffleurscommandospoétiques « Les lanternes » pela Associação Les Poussières
    Criadas durante ateliers com os habitantes, deixem-se levar pela doçura das Lanternas instauradas no cenário dedicado ao amor.



Praça Oscar Niemeyer

  • Pista de Dança do Amor Disco 2Chevo
    Sábado, 6 de junho de 2026, das 18h00 às 01h00

    Disco 2 Chevo e TV Store formam uma dupla criativa especializada na criação de experiências musicais e visuais imersivas. Ao redor de uma Citroën 2CV transformada em cabine de DJ e de cenários audiovisuais originais que combinam telas e iluminação, eles oferecem performances únicas para casamentos, festivais e eventos — públicos ou privados. O universo deles mistura estética retrô, cultura disco e criação audiovisual para transformar cada evento em um verdadeiro espetáculo.
    Para saber mais sobre Disco 2Chevo :
    @disco2chevo@tvstore



Pulp do Norte

  • Oficina de Fanzine
    Sábado, 06 de junho de 2026, das 19h30 às 22h30

    A música, a dança, o amor... tantos temas que merecem ser partilhados entre entusiastas. Guiado pelo artista OLEK DO, descubra o universo do fanzine. Desenhos, colagens, fotos... ouse colorir e leve consigo a sua criação.
    OLEK DO
    Diretor artístico especializado em design editorial e gráfico, ele cria identidades visuais únicas e impactantes, com um gosto acentuado pela utilização das cores e da tipografia. Olek Do atua no mundo do drag como artista.



  • Quiz e teste às cegas
    No sábado, 6 de junho de 2026, das 21h40 às 22h20 No sábado, 6 de junho de 2026, das 20h50 às 21h30 No sábado, 6 de junho de 2026, das 20h00 às 20h40

    Divertidas e cheias de personalidade, Enza e Gigi convidam você a aprimorar seu repertório cultural. Quiz, desafio musical e lip sync estão garantidos. Revise seus clássicos! O universo da noite, o cenário musical e o amor não terão mais segredo para você.
    ENZA FRAGOLA e GIGI VONDREDEE
    Membros da drag house Maison Chérie, sediada em Villejuif, as duas artistas se apresentam regularmente em eventos, mas também levam sua arte ao grande público, seja por meio de bingo em restaurantes ou da hora do conto em mediotecas.



Quer prolongar ainda mais esta Nuit Blanche? Veja os programas noutras cidades do Val-de-Marne.

Le MAC-VAL, le musée d'art contemporain du Val-de-Marne et ses collections à portée de Navigo - Antonio SeguiLe MAC-VAL, le musée d'art contemporain du Val-de-Marne et ses collections à portée de Navigo - Antonio SeguiLe MAC-VAL, le musée d'art contemporain du Val-de-Marne et ses collections à portée de Navigo - Antonio SeguiLe MAC-VAL, le musée d'art contemporain du Val-de-Marne et ses collections à portée de Navigo - Antonio Segui Noite em Branco 2026: todos os encontros artísticos noturnos para ver no Val-de-Marne (94)
A Nuit Blanche marca encontro conosco neste sábado, 6 de junho de 2026, em Paris e na Île-de-France! E no Val-de-Marne, muitos artistas vão tomar conta de Gentilly, Nogent-sur-Marne e Villejuif, com instalações e performances delirantes... Confira a programação! [Leia mais]

Informação prática

Datas e horário de abertura
No 6 de junho de 2026

× Horários de abertura aproximados: para confirmar os horários de abertura, contactar o estabelecimento.

    Localização

    villejuif
    94800 Villejuif

    Planeador de rotas

    Tarifas
    Grátis

    Site oficial
    www.villejuif.fr

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