Desde 2010, a Palma Queer é atribuída durante o Festival de Cinema de Cannes por um júri independente a um filme que "trate de temas ou personagens LGBT+ ou feministas ou que desafie as normas de género".
Co-presidente por Anna Mouglalis e Thomas Jolly, o júri deste ano contou com o diretor do Festival MixBrasil de Cultura da Diversidade, André Fischer, a musicista e atriz Jehnny Beth e a atriz Raya Martigny.
21 longas-metragens, bem como curtas-metragens, de todas as categorias, estiveram este ano na corrida pela cobiçada premiação queer, entre os quais The Man I Love de Ira Sachs, Garance de Jeanne Herry, Autofiction de Pedro Almodóvar, Roma Elástica de Bertrand Mandico ou ainda Coward de Lukas Dhont.
foi, afinal, o grande vencedor da Queer Palm 2026, atribuído ao longa-metragem Teenage Sex and Death at Camp Miasma de Jane Schoenbrun, apresentado na seleção Un Certain Regard e especialmente apreciado pelo público de Cannes. Mas não é tudo!
O júri também concedeu o Prêmio da Revelação ao filme Du fioul dans les artères de Pierre Le Gall e o Queer Palm 2026 do curta-metragem ao filme coreano Silent Voices de Nadine Misong Jin.
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