No Clube Pierre Charron, os rituais já são parte da cultura do poker
Se existe um lugar onde esses hábitos são observados diariamente, é sem dúvida o Club Pierre Charron. Localizado a poucos passos dos Campos Elíseos, o estabelecimento consolidou-se como uma das referências do poker parisiense, graças à ampla oferta de cash game em Texas Hold’em e Omaha.
Criado "por um jogador para os jogadores", o clube atrai uma clientela fiel que costuma desenvolver seus próprios hábitos. Alguns pedem sempre o mesmo assento, outros guardam sempre uma ficha específica no topo da pilha ou usam o mesmo protetor de cartas há anos. Figurinha, moeda antiga, chaveiro ou lembrança de viagem viram, então, verdadeiros talismãs.
Estes rituais, é claro, não afetam as cartas distribuídas, mas ajudam a moldar a identidade de um espaço onde a experiência do pôquer vai muito além da mera técnica.
NUNCA MUDAR UMA ROTINA QUE FUNCIONA
Para muitos jogadores, vencer às vezes gera… um ritual. O mesmo horário de chegada, a mesma refeição antes da partida, a mesma bebida ou até o mesmo lugar à mesa: quando uma noite de jogo termina bem, alguns se recusam a mexer no menor detalhe.
Pelo contrário, depois de várias derrotas, não é incomum ver um jogador mudar de mesa, fazer uma pausa ou voltar alguns minutos depois, convencido de que é melhor esperar que a “dinâmica gire”. O Club Barrière Paris e o Partouche Pasino Club, com as suas inúmeras mesas de pôquer, também observam esses hábitos se repetirem ao longo das noites.
SOPRAR OS DADOS ANTES DE LANÇÁ-LOS
Nem toda superstição envolve pôquer. No Partouche Pasino Club, o único espaço parisiense que oferece craps, alguns jogadores ainda sopra os dados antes de lançá-los ou evitam pronunciar determinados números quando a partida está favorável. No Imperial Club Paris, onde se joga Sic Bo, outros continuam a privilegiar sempre as mesmas combinações ou os mesmos números, certos de que eles lhes trazem sorte.
O vermelho, o sete... e os números da sorte
As cores também ocupam um espaço importante no imaginário dos jogadores. O vermelho está associado ao sucesso em várias culturas asiáticas, enquanto o número 7 continua, no Ocidente, a figura da sorte. Não é por acaso que o jackpot progressivo Blazing 7, oferecido sobretudo no Club Pierre Charron, figura entre as atrações mais apreciadas pelos fãs de Blackjack. Por outro lado, alguns jogadores evitam cuidadosamente o número 4, cuja pronúncia remete à morte em várias línguas do continente.
O Punto Banco e o mito das séries
No Paris Élysées Club, assim como no Imperial Club Paris, os fãs de Punto Banco às vezes demoram alguns segundos a descobrir as cartas ou registram cada resultado numa folha para acompanhar as séries de « Banco » e de « Jogador ». No entanto, esses registos não oferecem nenhuma vantagem estatística: cada mão permanece totalmente independente da anterior.
Crenças que fazem parte do jogo
Tocar discretamente o feltro da mesa antes de uma jogada, empilhar as fichas numa ordem imutável, evitar contar os ganhos antes do fim da partida ou ainda recusar abandonar a mesa enquanto a vitória está ao alcance: as superstições são tão numerosas quanto os jogadores que as praticam. Elas obviamente não alteram as probabilidades, mas contribuem desde sempre para o folclore e o charme dos jogos de azar.
Nossos endereços favoritos
Clube Pierre Charron
62 rue Pierre Charron – 75008 Paris
7 dias por semana, das 12h às 6h30 da manhã
www.clubpierrecharron.com
Partouche Casino Club
10 avenue de la Grande Armée
75017 Paris
0140077707
Site oficial do Partouche Casino Club
Imperial Club Paris
23 avenue d'Ivry, 75013 Paris
Todos os dias das 14h às 6h
www.imperialclubparis.com
Paris Elysées Club
34 Rua Marbeuf, 75008 Paris
Todos os dias, das 17h às 6h
www.pariselyseesclub.com
Clube Barrière
104 av. des Champs-Élysées, 75008 Paris
Todos os dias, das 13h00 às 06h00
01 76 21 20 00
O site do Club Barrière
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Idade recomendada
De 18 a 99 anos
Duração média
2 h



































