O prêmio Femina 2026 foi concedido a Yannick Haenel por La solitude des professeurs est infinie, publicado pela Gallimard. O júri anunciou sua escolha nesta quarta-feira, 4 de novembro, em Paris, no 30 Montaigne, que recebe neste ano o anúncio após o Museu Carnavalet.
O romance acompanha Jean Deichel, um jovem professor de francês que descobre a profissão numa escola dos subúrbios de Paris. Alojado num clube de tênis em Deuil-la-Barre, enfrenta as dificuldades do ensino enquanto procura transmitir o gosto pela literatura. Uma narrativa cujo cenário da região parisiense acompanha os primeiros passos da personagem diante dos alunos.
O Femina estrangeiro é atribuído a Laura Kasischke por Baignade surveillée, publicado pela Gallimard em tradução de Céline Leroy. O Femina ensaio premia Jennifer Tamas por Barbe Bleue contre enquête, publicado pela Seuil.
Yannick Haenel sucede a Nathacha Appanah, premiada em 2025 por La Nuit au cœur. O romancista já havia recebido o prêmio Médicis em 2017 com Tiens ferme ta couronne.
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