É um filme típico de Sundance, e o festival de cinema independente atribuiu-lhe o Grande Prémio do Júri. Scrapper, o primeiro filme da realizadora britânica Charlotte Regan, chega aos cinemas a 10 de janeiro.
E para o seu primeiro filme, Charlotte Regan desce ao nível infantil para seguir o percurso de Georgie, uma rapariga de doze anos interpretada por Lola Campbell. Após a morte da mãe, a pré-adolescente vive agora sozinha na casa da família, fingindo a toda a gente que o tio veio tomar conta dela. Paga as contas vendendo as bicicletas que rouba e tenciona viver assim o resto da sua vida, mas um homem que se faz passar por seu pai chega para virar a sua vida do avesso.
Jason, o pai ausente, interpretado por Harris Dickinson(Sans Filtre), é estranho, mas quer conhecer Georgie, que o rejeita de imediato. Começa então um jogo de domesticação entre os dois, em que cada um tem de aprender a viver com o outro. Ao longo da sua curtíssima duração (apenas 1 hora e 20 minutos), a cineasta traz uma nova perspetiva ao filme e, apesar de alguns erros de realização desajeitados (nomeadamente um baixo ventre suave, que sugere que o filme teria sido uma excelente curta-metragem), Charlotte Regan estabeleceu-se como uma cineasta a ter em conta. Com a ajuda de Molly Manning Walker(How to have sex) como diretora de fotografia, as duas realizadoras parecem estar a tomar de assalto o cinema independente e a impor o seu estilo único. Em Scrapper, este é revelado em enquadramentos bonitos e coloridos que parecem ter saído diretamente de uma banda desenhada.
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