Faleceu Isabelle Mergault, atriz e diretora, aos 67 anos.

Por Laurent de Sortiraparis · Actualizado em 20 de março de 2026 às 17h
A atriz, diretora e humorista Isabelle Mergault faleceu na sexta-feira, 20 de março de 2026, em Neuilly-sur-Seine, aos 67 anos, vítima de um câncer. Reconhecida por seus papéis em comédias populares, diretora de filmes como "Je vous trouve très beau" e presença constante no programa Grosses Têtes na RTL, ela construiu uma carreira diversificada e admirada no cinema, teatro, escrita e rádio.

Uma voz única se apagou... Isabelle Mergault faleceu na sexta-feira, 20 de março de 2026, em Neuilly-sur-Seine, aos 67 anos, após uma batalha contra o câncer. Atriz, diretora, humorista e cara conhecida dos Grosses Têtes, ela foi revelada no cinema por seus papéis secundários de comédia antes de conquistar destaque como diretora com Je vous trouve très beau, vencedor do César de Melhor Primeiro Filme. Figura popular na rádio, no teatro e no cinema francês, ela construiu uma carreira de várias décadas dedicando-se à atuação, escrita e direção.

Nascida em Paris em 1958, numa família de médicos, Isabelle Mergault conquistou destaque na década de 1980, com comédias como Homens Preferem Gordinhos, Um Punhado de Tijolos, e Adeus e Não Vai Ser Triste.... Sua forma de falar, marcada por uma dissalalia que ela sempre assumiu em seus papéis, ajudou a criar uma presença cativante e imediatamente reconhecível na tela. Ao longo de sua trajetória, participou de cerca de trinta filmes, antes de direcionar sua carreira mais para a escrita e a direção.

Por trás das câmeras, ela assinou Você me acha muito bonito ao lado de Michel Blanc, depois Por fim, viúva, Dando e recebendo e Mãos de Ouro, lançado em 2023 com Lambert Wilson e Josiane Balasko. Ela também trabalhou como roteirista, especialmente ao lado de Gérard Jugnot em Melhor esperança feminina, além de seguir uma carreira no teatro com textos próprios. Essa diversificação consolidou sua presença no cenário cultural francês, sem se limitar a um único gênero.

O grande público também a acompanhou pelo rádio e pela televisão, especialmente na obra de Laurent Ruquier, de Rien à cirer a On a tout essayé, e nas Grosses Têtes, programa do qual foi uma das figuras mais conhecidas. Sua morte deixa a impressão de uma personalidade fortemente marcada por um humor direto, ao mesmo tempo popular e facilmente reconhecível. Sua partida deixa um legado de uma carreira que continuará a influenciar o cinema, o rádio e o teatro franceses.

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